Operações no Apoio Marítimo (Offshore)

A indústria do petróleo exige uma contínua atualização de todos os seus agentes. É uma atividade dinâmica, onde os limites devem ser sempre superados.

Cada vez mais, esta indústria ganha importância em nosso país, quer seja no nível de exigência de qualificação da mão de obra, quer seja na geração de empregos. A quebra do monopólio de exploração e de produção da Petrobras traz novas empresas para o mercado brasileiro. A reboque, os armadores deverão apresentar índices operacionais cada vez melhores. Ao invés de haver somente contratos de longa duração (2, 4, 10 anos), o contrato tipo “spot” (curta duração) passará a ser uma constante.

Este estudo tem o objetivo de servir de ferramenta para um melhor conhecimento das operações de apoio marítimo (apoio às unidades de produção e exploração em alto-mar). Ele foi realizado tomando como base a teoria existente. Somou-se então a experiência do autor como Comandante de embarcações supridoras, de estimulação de poços de petróleo, de reboque e manuseio de âncoras e também como Controlador de lastro e como Supervisor de lastro (Barge Engineer) em plataformas semi-submersíveis.

Este estudo deverá sofrer sempre atualizações. É necessária a participação de todos os envolvidos, visando à melhoria contínua, através de críticas e sugestões.

 

OPERAÇÕES NO APOIO MARÍTIMO, 2010. 6,79 MB. Edição Eletrônica. Autor: Marcos Machado da Silveira. 115 p.

ISBN: 978-85-911492-0-9

ÍNDICE

Prefácio

Capítulo 1 - Manobras com as Âncoras de Bordo
1.1 Escolha de Fundeadouro
1.2 Fundear
1.3 Velocidade de Fundeio
1.4 Relação entre a Profundidade e a Amarra a Filar
1.5 Fundear as Duas Âncoras
1.5.1 Fundear as Duas Pela Proa
1.5.2 Fundear a Pé-de-Galo
1.5.3 Fundear à Vazante e Enchente
1.6 Vantagens e Desvantagens

Capítulo 2 - Manobras com as Embarcações de Apoio Marítimo
2.1
Sistemas de Governo e Propulsão
2.2 Unidade de Governo e Manobras Computadorizada
2.3 Efeitos Combinados de Lemes e Hélices
2.4 Sistema com Lemes Independentes

Capítulo 3 - Manobras com as Unidades Operacionais
3.1
Atracação em Sonda
3.1.1 Com Dois Cabos, Bordo Bem Favorável
3.1.2 Recolhimento de Cabo de Boia
3.1.3 Bordo Bem Favorável, com Boia
3.1.4 Bordo Favorável, Predominância Quase Paralela e Boia (Ou Também Contra a Predominância)
3.1.5 Bordo Favorável, Predominância Quase Paralela, Sem Boia
3.1.6 Predominância Paralela à Unidade
3.1.7 Bordo Contra a Predominância com o Auxílio de um Rebocador
3.1.8 Bordo Contra a Predominância, Uso do Ferro
3.2 Manobras Sob Máquinas
3.2.1 Bordo Favorável
3.2.2 Bordo Contra a Predominância
3.3 Atracação a Contrabordo
3.4 Atracação Popa-a-Popa

Capítulo 4 - Reboque
4.1 O Rebocador
4.1.1 Generalidades
4.1.2 Potência
4.1.3 Força de Tração Estática em Relação à Potência
4.1.4 Passo Variável x Passo Fixo
4.1.5 Diâmetro do Propulsor e Calado
4.1.6 Linhas de Casco
4.1.7 Instalações de Máquinas
4.1.8 Certificado de Força de Tração Estática
4.1.9 Força de Tração Ideal
4.1.10 Economia de Combustível
4.2 Rebocador
4.2.1 Guinchos de Reboque
4.2.2 Desenho do Convés e Seus Efeitos
4.2.3 Dispositivo de Reboque
4.3 Plataforma
4.3.1 Semissubmersíveis
4.3.2 Arriando e Colhendo o Dispositivo de Reboque
4.3.3 Como Facilitar a Passagem do Arranjo ao Rebocador
4.3.4 Como Passar o Arranjo
4.3.5 Reboque com Duas Embarcações
4.3.6 Rebocando com os Cabos de Âncora da Plataforma
4.3.7 Plataformas Auto-Elevatórias
4.3.8 Dispositivos Sobressalentes - Plataformas
4.4 Esforços Aplicados no Dispositivo de Reboque
4.5 Considerações Práticas Durante o Reboque
4.5.1 Ferramentas e Equipamentos
4.5.2 Conectando o Reboque
4.5.3 Passando o Dispositivo de Reboque
4.5.4 Encurtando o Comprimento do Reboque
4.5.5 Desconectando o Reboque
4.5.6 Cabo-Guia para Reboque (Gob-Line)
4.6 Características Ideais dos Rebocadores
4.6.1 Derrota do Reboque
4.6.2 Critérios para o Rebocado
4.6.3 Critérios para o Rebocador
4.6.4 Tripulação do Rebocador
4.7 Segurança do Rebocado - O Ponto de Vista dos Inspetores

Capítulo 5 - Sustentação de Petroleiro
5.1 Objetivo
5.2 Equipamento Empregado
5.2.1 Rebocador
5.2.2 Cabos
5.2.3 Guias
5.3 Preparo do Dispositivo a Bordo do Rebocador
5.4 Passagem do Arranjo e Posicionamento Final
5.5 Durante a Sustentação
5.6 Desconexão

Capítulo 6 - Manuseio de Âncoras
6.1 Objetivo
6.2 Sistema de Ancoragem
6.2.1 Projeto
6.2.2 Guinchos
6.2.3 Cabos das Âncoras
6.2.4 Âncoras
6.3 Tipos de Solos para Sistemas de Ancoragem
6.3.1 Geral
6.3.2 Classificação do Solo
6.4 Sistema de Boia de Âncora
6.4.1 Pendente de Corrente da Âncora
6.4.2 Pendentes (Pennant Line)
6.5 Âncoras Auxiliares
6.6 Sistema da Boia-Mola (Spring Buoy)
6.7 Preparação do Rebocador
6.8 Resumo da Operação
6.8.1 Laçar a Boia
6.8.2 Boia no Convés
6.8.3 Recolhendo a Boia
6.8.4 Recolhimento pela Plataforma
6.8.5 Pendente Retorna à Plataforma
6.9 Procedimentos para Lançamentos de Âncoras
6.9.1 Recebimento da Âncora da Plataforma
6.9.2 Preparo Antes de se Largar a Âncora
6.9.3 Deslocamento da Âncora para a Locação
6.9.4 Na Locação
6.9.5 Com Âncora Auxiliar
6.10 Manuseio de Âncoras com Pescadores (Chasers)
6.10.1 Aplicações
6.10.2 Tipos
6.11 Lançamento de Âncoras Tipo "Stevpris" para as Unidades Móveis (MODU's)
6.11.1 Introdução
6.11.2 Lançando as Âncoras

Bibliografia

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